Amigos,ah os amigos...Como é bom sentir a sinceridade no olhar,nas palavras e nos atos dos amigos.O amigo verdadeiro pode até te criticar,mas nunca pelas costas,ele pode até discutir com você,mais este desconforto não dura um dia,porque para você,ele é como se fosse um irmão.Uma senhora me disse em uma conversa no ônibus,que o bom amigo é melhor que um irmão,porque os amigos você pode escolher,os irmãos não.Concordo com ela em termos,porque me dou muito bem com meus irmãos,mais conheço pessoas que não se dão bem com o seus.
Tenho muitos amigos que adoro,gostaria que todos fossem meus amigos do peito,mas nem todas pessoas querem uma proximidade tão grande.Tenho meus amigos de infância,que são inesquecíveis,e outros que fiz no decorrer da vida,que também são inesquecíveis.Como adoro me reunir com eles,seja para jogar uma bola,seja para jogar conversa fora ou para tomar uma geladinha...
Ainda ontem tive um dia muito feliz, me reuni com quinze amigos para jogar uma bola,três deles amigos do peito,de infância,que gostoso! Jogamos um futebol de gente grande,ganhamos o jogo,e voltamos para casa juntos fazendo nossa mesa redonda particular...
Pena que temos nossas responsabilidades,que nos faz voltar para casa mas cedo do que gostaríamos,mas foi muito importante,para minha vida ter estado com eles ontem.Ainda bem que todos os Domingos nós nos reunimos para brincar de futebol,e assim tirar o estresse da vida,obrigado a vocês meus estimados amigos,por existirem na minha vida,pelo carinho que me dispensam,e podem ter certeza,a reciproca é verdadeira.
Um beijo do Táta!!!
Aqui relato algumas historias veridicas,outras fictícias de forma simples.Não sou escritor,poeta ou algo do gênero,mas gosto de escrever.Reconheço não haver muita concordância na ortografia dos meus relatos,mas ésta foi a melhor forma que encontrei para contar,algumas histórias e pensamentos que me vem à mente.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Homenagem ao meu amigo "Zé galinha"
Companheiro das tardes de futebol no campinho da Irene,Zé Galinha,teve a infelicidade de perder o seu pai José Caetano,de morte súbita,quando ainda era muito novo.E por conta disso,sua família passava por muitas dificuldades.Todas as tardes a molecada no meu bairro se reunia para jogar uma bola e o Zé sempre estava presente,só mesmo nos contras ele não era chamado,porque ele não levava muito jeito para o futebol,mas na pelada entre amigos ele sempre fazia parte.
Ver o Zé jogando bola dava dó,o coitado não tinha roupa adequada,tudo que usava era doado por alguém,ou algo que achara no lixo e usava.Ele corria atrás da bola sempre com uma mão solta e a outra segurando a bermuda ou o calção,que sempre caiam,aliás eu não lembro de uma só vez que o Zé não estivesse segurando as calças.
Todos nós éramos pobres,mas o coitado do Zé Galinha,vivia uma vida miserável.As vezes nós jogavamos nossos tênis,que já estavam furados,fora e o Zé pegava para usar,com roupas a mesma coisa,dava pena de ver,mas nós também muito pobres não podíamos ajudar,mais sempre quando acabava o jogo ele ficava brincando conosco e sempre comia na casa de alguém.
Mesmo passando por todas estas dificuldades.Nunca ví o Zé pegar nada de ninguém.Sua mãe o criou com muita dignidade e sempre o educou,porque o menino era educado viu.O tempo passou todos crescemos,e o Zé Galinha,estudou,arrumou trabalho,casou,teve filhos... Todas as vezes que o vejo fico feliz de ver que aquele garoto sofrido,mal trapilho,mirradinho,se formou em um homen forte,bonito,pai responsável,honesto e trabalhador,parabéns ao meu amigo Zé Galinha.
Ver o Zé jogando bola dava dó,o coitado não tinha roupa adequada,tudo que usava era doado por alguém,ou algo que achara no lixo e usava.Ele corria atrás da bola sempre com uma mão solta e a outra segurando a bermuda ou o calção,que sempre caiam,aliás eu não lembro de uma só vez que o Zé não estivesse segurando as calças.
Todos nós éramos pobres,mas o coitado do Zé Galinha,vivia uma vida miserável.As vezes nós jogavamos nossos tênis,que já estavam furados,fora e o Zé pegava para usar,com roupas a mesma coisa,dava pena de ver,mas nós também muito pobres não podíamos ajudar,mais sempre quando acabava o jogo ele ficava brincando conosco e sempre comia na casa de alguém.
Mesmo passando por todas estas dificuldades.Nunca ví o Zé pegar nada de ninguém.Sua mãe o criou com muita dignidade e sempre o educou,porque o menino era educado viu.O tempo passou todos crescemos,e o Zé Galinha,estudou,arrumou trabalho,casou,teve filhos... Todas as vezes que o vejo fico feliz de ver que aquele garoto sofrido,mal trapilho,mirradinho,se formou em um homen forte,bonito,pai responsável,honesto e trabalhador,parabéns ao meu amigo Zé Galinha.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Inocência perdida.
Chaleira enfumaçada,na chapa quente do fogão à lenha,água fervendo é despejada no coador de pano com três ou quatro colheres de café,à boca do bule,com açúcar ao fundo.Mais um dia se Inicia,enquanto a molecada troca de roupa para ir á escola,dona Nilda prepara a mesa com aquele café cheiroso,feito com muito carinho.sobre a prateleira o rádio ligado no programa do Zé Bétio,anunciando a hora de tempos em tempos,e tocando música sertaneja de qualidade.a molecada se trocando,sentindo o cheirinho de café e cantarolando as modas de viola que tocavam.de roupa trocada corriam para a mesa,onde o café estava servido,o pote de farinha de milho,aberto sobre a mesa,cada um pegava a porção que bastava para fazer uma mistura homogenia e pronto,era só se alimentar,sempre ao som de Zé Bétio e de ouvido na hora,para não perder a aula.
Os Filhos de dona NILDA.assim como ela,gostavam muito de ouvir aquele programa divertido,seu filho mais velho lembra com carinho daquela época.Lembra também que foi nesta mesma época que teve uma das maiores decepções da sua vida.
Se arrepende do dia em que pediu para sair com seu pai seu José.Juntos foram ao centro da cidade e no caminho,passaram por congonhas,ali próximo do aeroporto,e seu pai lhe chama a atenção dizendo: filho olha,aqui fica o prédio da rádio Record,de onde o Zé Bétio,faz o programa.O menino curioso,olha por todos os lados e espantado,afirma e pergunta,não é aqui não pai,onde está o trem que leva o Zé Bétio embora?
Mediante o silêncio do seu pai por não saber como responder,e as gargalhadas que um passageiro do banco ao lado no ônibus,soltou,o menino caiu em si,e naquele momento uma fantasia de anos caía por terra,e a inocência daquele garoto,deu lugar a um sentimento muito estranho,a vergonha,mau da pré adolescência.
Os Filhos de dona NILDA.assim como ela,gostavam muito de ouvir aquele programa divertido,seu filho mais velho lembra com carinho daquela época.Lembra também que foi nesta mesma época que teve uma das maiores decepções da sua vida.
Se arrepende do dia em que pediu para sair com seu pai seu José.Juntos foram ao centro da cidade e no caminho,passaram por congonhas,ali próximo do aeroporto,e seu pai lhe chama a atenção dizendo: filho olha,aqui fica o prédio da rádio Record,de onde o Zé Bétio,faz o programa.O menino curioso,olha por todos os lados e espantado,afirma e pergunta,não é aqui não pai,onde está o trem que leva o Zé Bétio embora?
Mediante o silêncio do seu pai por não saber como responder,e as gargalhadas que um passageiro do banco ao lado no ônibus,soltou,o menino caiu em si,e naquele momento uma fantasia de anos caía por terra,e a inocência daquele garoto,deu lugar a um sentimento muito estranho,a vergonha,mau da pré adolescência.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Cadê meu Kichute
Eua era tão pequeno,quando me apaixonei de vez pelo futebol.Antes disso,eu brincava no terreno da minha casa,com meus irmãos menores,mais ainda tinha preferência pelos carrinhos,pelos soldadinhos de chumbo,pelas miniaturas de índios e seus cavalos,pelas miniaturas de cavaleiros do faroeste e principalmente da minha réplica do rato italiano,o Tapo Gígio.-um rato que falava italiano,que passava na tv todos os dias-Até os sete para oito anos brincar com estas miniaturas era minha vida.Mais no dia 13 de outubro de 1977,aconteceu um fato que eu, menino de oito anos estranhei.Meus pais e alguns parentes,todos reunidos para assistir a uma partida de futebol,entre Corinthians X Ponte Preta,que era válido pela final do campeonato paulista de 77.Partida emocionante que fez com que todo o Estado de São Paulo,parasse diante da televisão para assistir.Jogo tenso,lances perigosos de lado a lado,mas o Corinthians dominava o jogo,porém a cada momento que passava o jogo ficava mais tenso.Faltava menos que 10 minutos para acabar o jogo,os times já estavam ansiosos.Derrepente,falta no ataque para o Corinthians ,Zé Maria cruza a bola na área,Waguinho chuta a bola que bate no travessao,voltou e Wladimir cabeceou,em cima da linha estava o zagueiro da macaca,o oscar,que tambem de cabeça afasta dali, e a bola foi encontrar o pé de anjo,que empurra a bola pra dentro,chutando de bico,a bola passa entre um monte de jogador e aos trinta e sete para trinta e oito minutos,estufa a rede virgem de gols até aquele momento.Gritos,choro,abraços...a tensão continuou até o final do jogo.Quando escuta-se o apito final o estádio veio abaixo,mais de cento e vinte mil torcedores chorando emocionados,ajoelhados ,agradecendo pelo fim de um sofrimento que já durava muito tempo.Naquele mesmo momento nasceram em mim duas paixões,por aquele time que tinha uma torcida tão linda e pelo futebol,esporte que me fez arder meu coração pela primeira vez na vida.No dia seguinte, logo cedo,eu levantei,e fui logo perguntando,Mãe cadê o meu kichute.Coloquei-o no pé,com o cadarço amarrado até à canela,e corri para a rua,a molecada estava toda alvoroçada jogando bola,me envolvi,e a partir daquele dia,ate os dias de hoje,eu nunca mais laguei estas duas paixoes,o corinthians e o futebol.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
vamos bater figurinha?
Acordar cedo e ir para escola era motivo para comemorar,afinal de contas,além de aprender com professores maravilhosos e inteligentes como:Paulo,Julio,Irma,Ricardo,Rosimery,Maria Jose,Cidinha,entre outros,também era ali que eu aumentava a minha coleção de figurinhas.Não via a hora de chegar o intervalo e correr para um canto,onde não fossemos incomodados por ninguém e bater figurinha ate dar o sinal.Todo intervalo por menor que fosse,o parceiro estava próximo,com seu "bolo" de figurinha,na troca de professores,antes de começar as aulas,depois que acabava...a gente só tinha que tomar cuidado para não brigar,senão iria parar na diretoria,e a dona Maria André nao perdoava,ela era capaz de acabar com a coleção de qualquer um,dava fim mesmo,sem dó.
Ninguém iria arriscar perder a sua coleção dos grandes craques do futebol brasileiro,que fora adquirido as custas de muitos calos nas mãos,muita trapassa no par ou ímpar,ou no dois ou um.As relíquias eram guardadas a sete chaves,as vezes até,deixadas em casa para não correr o risco de perde-las,e só as repetidas eram disputadas ali.Até porque,o que era repetida para um,era inédita para outros,o que tornava as disputas acirradíssimas.
Sócrates,Zenon,Biro-biro,Wladimir,Casagrande,Ze Maria,Basilio,Valdir Peres,Oscar,Dario Pereira,Pita,Ademir da Guia,Luiz Pereira,Leão,Carlos,Juari,Rui Rei,Zico,Adilio,Raul,Junior,Leandro,Toninho Cerezo,Falcão,Reinaldo,Caçapava,Batista,Rodolfo Robrigues,Geraldão,Roberto Dinamite,Rivelino,entre outros,eram nossas raridades,que se fosse única nunca iriam para o pau,ficava em casa.
Infancia bem vivida,todos os meus colegas que batiam figurinha comigo estão vivos,bem casados,bons pais,e continuam apaixonados por fetebol,e vez em quando a gente se tromba por aí nos campos da futebol da vida.
Os amigos que escolheram outros caminhos,não tiveram a mesma sorte,uma pena que eles,embora crianças,tinham pensamentos e brincadeiras mais perversos.
Ninguém iria arriscar perder a sua coleção dos grandes craques do futebol brasileiro,que fora adquirido as custas de muitos calos nas mãos,muita trapassa no par ou ímpar,ou no dois ou um.As relíquias eram guardadas a sete chaves,as vezes até,deixadas em casa para não correr o risco de perde-las,e só as repetidas eram disputadas ali.Até porque,o que era repetida para um,era inédita para outros,o que tornava as disputas acirradíssimas.
Sócrates,Zenon,Biro-biro,Wladimir,Casagrande,Ze Maria,Basilio,Valdir Peres,Oscar,Dario Pereira,Pita,Ademir da Guia,Luiz Pereira,Leão,Carlos,Juari,Rui Rei,Zico,Adilio,Raul,Junior,Leandro,Toninho Cerezo,Falcão,Reinaldo,Caçapava,Batista,Rodolfo Robrigues,Geraldão,Roberto Dinamite,Rivelino,entre outros,eram nossas raridades,que se fosse única nunca iriam para o pau,ficava em casa.
Infancia bem vivida,todos os meus colegas que batiam figurinha comigo estão vivos,bem casados,bons pais,e continuam apaixonados por fetebol,e vez em quando a gente se tromba por aí nos campos da futebol da vida.
Os amigos que escolheram outros caminhos,não tiveram a mesma sorte,uma pena que eles,embora crianças,tinham pensamentos e brincadeiras mais perversos.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A máquina de tirar Retrato.
Que vida boa do interior,onde quase todos se conhecem pelo nome,onde a molecada joga bola descalço nas ruas de terra,empinam pipas livremente,com espaço suficiente para ficar bem longe da energia elétrica,que aliás não faz muito tempo que chegou por aqui.Ainda me lembro do dia em que os técnicos da extinta ligthi,colocaram os primeiros postes de madeira na minha rua,e depois de esticarem os fios, instalaram energia eletrica na nossa casa,foi uma festa só.Conhecer aquela nova tecnologia,ate então desconhecida no nosso bairro.E com a chegada da energia podemos adquirir alguns aparelhos que so conheciamos porque na vila (cidade) ,os comerciantes e algumas pessoas que moravam na vila possuiam.Com muito esforço meu pai adquiriu nossa primeira tv,era uma tv colorado,a válvula,que demorava um tempão para esquentar e começar a funcionar.Adquirimos também uma "radiola",(um radio enorme, revestido em madeira bruta) que trazia as noticias de "o globo no ar",ou o programa divertido do Zé Betio,entre outros.
Mesmo com a chegada da modernidade,ainda viviamos longe da realidade da cidade Grande.Lembro-me de um fato cômico,que hoje faria qualquer um morrer de rir.Certa feita, passava na nossa rua um homen com uma máquina estranha,o qual o meu pai o chamou,e reuniu os seus três filhos,colocou-lhes a melhor roupa,e chamou meu irmão Dinei, o sentou em um carrinho de madeira -que meu avô havia feito para carregar lenha-e chamou o homen com aquela máquina grande e estranha,meu irmão,quando viu aquilo,se desesperou e desembestou a chorar,ninguem conseguia conter-lhe,ele acreditava que o homen o mataria,depois de muita insistência,meu pai conseguiu o entreter e o homen então a distância conseguiu tirar o "retrato". Enquanto isto eu e meu irmão menor o Toninho,estávamos com os olhos esbugalhados sem saber o que aquele homen queria conosco com aquela máquina esquisita,vendo que nosso irmão não morrera, nos encorajamos e um após o outro,fomos para sobre o carrinho com mais confiança.O que era aquilo, só descobrimos após alguns dias,quando os "retratos revelados",chegaram emoldurados em um belo porta retrato.
Mesmo com a chegada da modernidade,ainda viviamos longe da realidade da cidade Grande.Lembro-me de um fato cômico,que hoje faria qualquer um morrer de rir.Certa feita, passava na nossa rua um homen com uma máquina estranha,o qual o meu pai o chamou,e reuniu os seus três filhos,colocou-lhes a melhor roupa,e chamou meu irmão Dinei, o sentou em um carrinho de madeira -que meu avô havia feito para carregar lenha-e chamou o homen com aquela máquina grande e estranha,meu irmão,quando viu aquilo,se desesperou e desembestou a chorar,ninguem conseguia conter-lhe,ele acreditava que o homen o mataria,depois de muita insistência,meu pai conseguiu o entreter e o homen então a distância conseguiu tirar o "retrato". Enquanto isto eu e meu irmão menor o Toninho,estávamos com os olhos esbugalhados sem saber o que aquele homen queria conosco com aquela máquina esquisita,vendo que nosso irmão não morrera, nos encorajamos e um após o outro,fomos para sobre o carrinho com mais confiança.O que era aquilo, só descobrimos após alguns dias,quando os "retratos revelados",chegaram emoldurados em um belo porta retrato.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Jesus o foguete salvador.
Quando Bola pela primeira vez ouviu falar da história biblica de Noé,ficou deveras assustado.Aquela história mau contada por seu Pai e seu Avô.Sobre como,segundo eles,o mundo "acabou" pale primeira vez,foi bem chocante para o garoto de nove anos.Disseram que Deus resolveu acabar com o mundo e só salvou a Noé e todas as raças dos animais,de pares em pares.Até ai tudo bem,porém esqueceram de falar para o garoto que Deus tinha pedido para que Noé fizesse a arca com a intenção de salvar todas as pessoas e elas não acreditaram e porisso nao se salvaram.E o pior de tudo não foi ter contado a história pela metade,foi ter finalizado-a com uma frase extremamente assustadora.Que o mundo terminaria em 2000 e seria consumido pelo fogo.
Então o garoto começou a fazer as contas e percebeu que faltava só 22 anos,e quando chegasse o fatídico dia estaria com 31 anos,então pensou,Deus vou estar tão novo para morrer,porque vou ter que morrer queimado? o que eu fiz para merecer este castigo?.
Chegou a noite e Bola já tinha questionado a Deus um milhão de vezes,o porque o mundo teria tão trágico fim.O garoto ficou tão atordoado com a notícia que teve uma noite mau dormida.E quando despertou ao amanhecer,não se conteve e chorou amargamente.Aproveitou para pedir a Deus do fundo da sua alma,por socorro,e sem saber,estava fazendo um possível pedido."Deus como o senhor salvou a Noé,lhe dando condições de fazer uma arca,salva-me a mim também,quero construir um foguete para ir para a lua ou para o céu,e ficar bem bem longe da terra ,e assim não morrerei queimado".
Com referencia a história do foguete,Bola descobriu tempos depois que não seria necessário para salvar a sua vida do fogo eterno,descobriu também,que o mundo não tem data pré-definida para o seu fim,mais que o fim virá,e o mais importante,descobriu que não só ele, mas todos que quizerem se livrar do fogo eterno,só precisam servir ao salvador da humanidade.Jesus o Cristo,a Arca de Noe da humanidade,ou simplesmente o foguete do Bola.
Então o garoto começou a fazer as contas e percebeu que faltava só 22 anos,e quando chegasse o fatídico dia estaria com 31 anos,então pensou,Deus vou estar tão novo para morrer,porque vou ter que morrer queimado? o que eu fiz para merecer este castigo?.
Chegou a noite e Bola já tinha questionado a Deus um milhão de vezes,o porque o mundo teria tão trágico fim.O garoto ficou tão atordoado com a notícia que teve uma noite mau dormida.E quando despertou ao amanhecer,não se conteve e chorou amargamente.Aproveitou para pedir a Deus do fundo da sua alma,por socorro,e sem saber,estava fazendo um possível pedido."Deus como o senhor salvou a Noé,lhe dando condições de fazer uma arca,salva-me a mim também,quero construir um foguete para ir para a lua ou para o céu,e ficar bem bem longe da terra ,e assim não morrerei queimado".
Com referencia a história do foguete,Bola descobriu tempos depois que não seria necessário para salvar a sua vida do fogo eterno,descobriu também,que o mundo não tem data pré-definida para o seu fim,mais que o fim virá,e o mais importante,descobriu que não só ele, mas todos que quizerem se livrar do fogo eterno,só precisam servir ao salvador da humanidade.Jesus o Cristo,a Arca de Noe da humanidade,ou simplesmente o foguete do Bola.
Assinar:
Postagens (Atom)